Se o nome é "imposto", quer dizer que não é aceito de bom grado.
No caso das taxas, tributos, encargos... Bem, no caso dos impostos que o governo estipula sobre produtos e serviços, a reclamação é diretamente correlacionada aos efeitos percebidos quanto à aplicação daquilo que foi cobrado.
Haveria outra forma de um Estado se sustentar, auferir recursos para implementar aquilo que julga ser sua obrigação?
De todo modo, fica aqui indicado, apenas a título de conhecimento, o quanto de imposto está embutido em alguns dos produtos que consumimos ou adquirimos.
Agradecendo à elaboração do interessantíssimo instrumento "Sombra do Imposto", por parte da Federação das Indústrias do Estado do Paraná, passamos a incluir em nosso blog esse mecanismo que permite um conhecimento e uma reflexão sobre o quanto pagamos - e, a partir daí, refletir ainda mais sobre o que devemos fazer para que se efetivem os direitos à saúde, educação, segurança, etc., etc.
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